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Pescada à milanesa com molho de camarão

Esta pescada à milanesa com molho de camarão é uma delícia! Aprendi (mais ou menos) a fazer com minha tia de Santos, que prepara tão bem.

Não fosse a pandemia, nesta época eu teria ido passar uns dias lá com meus avós. É quando a gente mata as saudades e eu faço todas as comidinhas que eles mais gostam. E, com um mercado dos pescadores ali do lado, a gente aproveita ao máximo o que está fresquinho.

Em uma ida com meu avô, encontramos lindas pescadas cambucu e uns camarõezinhos com preço ótimo e trouxemos para casa. O destino foi esse prato gostoso e caprichado.

Fica aqui como uma forma de aliviar as minhas saudades de ir visitá-los.

Pescada à milanesa com molho de camarão

Para a pescada à milanesa:
4 filés de peixe (preferencialmente mais firmes e grossos de tilápia, linguado, pescada)
1 limão espremido
1 ovo
1 xícara de farinha de trigo
1 1/2 xícara de farinha de rosca (ou farinha de pão duro ralado)
Sal e pimenta do reino a vontade
Óleo vegetal para fritar

Para o molho de camarão:
2 colheres de sopa de limão espremido
1/2 colher de sopa de ervas finas desidratadas ou de ervas frescas
200g. de camarões pequenos frescos ou congelados
1 dente de alho picadinho
1 tomate maduro em cubinhos
1/4 de xícara de molho de tomate
1 colher de chá de maisena dissolvida em 2 colheres de sopa de água
Azeite, sal e pimenta do reino a vontade

Comece com o molho: tempere os camarões com o limão, sal, pimenta do reino e as ervas. Aqueça uma frigideira alta, coloque os camarões e doure-os por uns 3 minutos, até começarem a embranquecer. Retire os camarões e reserve.

Na mesma frigideira, coloque o alho e refogue por alguns minutos sem deixar dourar. Adicione o tomate e refogue por mais uns 5 minutos, até o tomate começar a amolecer. Junte o a água e o molho de tomate, abaixe o fogo e deixe cozinhar por cerca de 10 a 15 minutos com a panela tampada para apurar. Se ficar muito seco, coloque um pouquinho de água.

Enquanto isso, tempere o peixe com o caldo de limão, sal e pimenta do reino (ou com o seu tempero preferido).

Prepare os ingredientes para empanar: em um prato ou refratário baixo, quebre o ovo e bata ligeiramente com um garfo até que comece a espumar. Tempere com uma pitadinha de sal.

Em outros dois pratos ou refratários, coloque separadamente a farinha de trigo e a farinha de rosca. Tempere cada uma com um pouquinho de sal e pimenta do reino.

Passe os peixes primeiro na farinha de trigo, cobrindo toda a superfície. Mergulhe o filé enfarinhado no ovo e depois passe na farinha de rosca, pressionando levemente para formar uma casquinha. Dependendo do tamanho dos filés, pode ser que sobre um pouquinho das farinhas ou que seja necessário acrescentar um pouco mais.

Você pode ir fritando à medida em que empana os pedaços ou empanar todos, colocá-los lado a lado em uma assadeira (sem sobrepor um ao outro) e fritá-los depois que terminar.

Usar uma panela alta para evitar respingos. Aqueça mais ou menos uns 3 dedos de óleo e abaixe o fogo quando colocar os empanados para dar tempo de cozinhar a carne sem queimar a casquinha, mas deixá-la dourada.

Para saber se o óleo está em temperatura adequada para começar a fritura, você pode colocar um palito de fósforo ainda não aceso. Quando ele acender, dentro do óleo, você pode retirá-lo e começar a fritura.

Escorra bem os pedaços e coloque-os sobre papel absorvente para retirar o excesso de gordura. É normal criar espuma no óleo por causa do ovo do empanado.

Importante: antes de começar a fritar o peixe, preaqueça o forno em 180ºC e desligue-o. Vá colocando os bifes prontos dentro do forno quentinho para que não esfriem antes de chegarem à mesa.

Para finalizar o molho, dissolva a maisena em duas colheres de sopa de água e misture ao molho, mexendo sempre até começar a engrossar. Prove e corrija o sal, se necessário.

Sirva o molho de camarões sobre o filé de peixe. Você pode acompanhar de arroz branco e legumes ou batatas (palha).

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

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