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Peixe empanado no polvilho

Poucas coisas me empolgam mais do que o desafio de testar uma receita que foge do óbvio. E meus olhos brilharam quando vi esta receita de peixe empanado no polvilho. Uma substituição teoricamente simples que influencia demais no resultado, deixando uma casquinha dourada e super saborosa que remete ao biscoito de polvilho.

E não poderia ficar mais feliz em ver que deu muito certo e que sim, fica uma delícia! 😀

A receita deste peixe empanado no polvilho é da chef Tanea Romão, pesquisadora da comida e dos ingredientes brasileiros. Para o preparo, ela utiliza o meu já queridinho polvilho Tupguar. Como já contei aqui, ele é artesanal, fermentado naturalmente (sem aditivos químicos) e seco ao sol. Além disso, é um pouquinho mais grosso que os polvilhos tradicionais, então a casquinha fica ainda mais especial.

Acho que não preciso dizer que você TEM que experimentar, não é?

Peixe empanado no polvilho

2 filés de peixe (pescada, merluza, tilápia, pargo)
1 xícara de polvilho doce
1 xícara de molho de tomate (usei o Molho de tomate urgente)
Óleo vegetal para fritar
Sal e pimenta do reino a vontade

Limpe os peixes com papel absorvente e tempere-os com sal e pimenta do reino a vontade. Eu cortei os filés ao meio para que cozinhassem mais rapidamente.

Se o molho estiver pedaçudo, passe pelo liquidificador ou bata com o mixer para que fique bem lisinho. Coloque-o em um prato fundo. Coloque o polvilho em outro prato e tempere com uma pitadinha de sal e de pimenta do reino.

Em uma panela alta, aqueça cerca de três dedos de óleo. Coloque um palito de fósforo apagado dentro do óleo — quando ele acender (ainda mergulhado no óleo), está pronto para a fritura. Abaixe o fogo e empane o peixe.

Mergulhe um pedaço de peixe no molho de tomate, escorra o excesso e, em seguida, empane com o polvilho. Com cuidado, coloque o peixe empanado no óleo. Quando o lado de baixo dourar, vire e espere dourar o outro também.

Escorra o peixe empanado no polvilho e coloque sobre papel absorvente para absorver o excesso. Sirva em seguida.

Na foto, acompanhei com “Arroz” de couve flor e limão. Estas quantidades servem duas porções.

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

O que você achou? Tem alguma dúvida? Fez e quer comentar? Fique a vontade para escrever também.

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