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Bolo de pamonha

Bolos simples assim, como este bolo de pamonha, sem muita firula, são sempre uma boa escolha. E o que eu mais gosto neles é que não precisam de recheio nem de cobertura para ganhar nosso coração de vez.

A simplicidade dos ingredientes se soma à praticidade na preparação: vai tudo no liquidificador e fica pronto rapidinho, sem trabalho algum. E o resultado é impressionante: um bolo molhadinho, cremoso, com sabor super interessante. Que fica ótimo servido quente ou frio, como você preferir.

Eu escolho ele ainda quentinho, com um café passado na hora, de preferência no filtro de pano. Para deixar o café da tarde com gostinho de Festa Junina! <3

Ah, e boa notícia para quem tem intolerâncias alimentares: este bolo de pamonha não tem glúten nem lactose.

Esta receita é levemente adaptada da Rita Lobo. Já sabe, né? Funciona mesmo. 😉

Bolo de pamonha

1 xícara de milho verde cru debulhado ou congelado
1/2 xícara de leite (pode ser de coco, para evitar a lactose)
1/3 de xícara de açúcar
1/2 colher de sopa de manteiga em temperatura ambiente
1 ovo
1/4 de xícara de fubá
1 colher de chá de fermento em pó
Canela em pó (opcional)

Preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média). Unte com manteiga um refratário pequeno (que comporte 700ml.). Polvilhe com fubá e chacoalhe bem para enfarinhar homogeneamente. Bata sobre a pia para tirar o excesso.

No liquidificador, bata o milho, o leite (eu gosto de usar o de coco pois tenho intolerância à lactose), o açúcar e a manteiga, até triturar bem os grãos. Acrescente o ovo e pulse apenas para misturar.

Junte o fubá e o fermento e bata novamente — a consistência é bem líquida, mesmo.

Transfira a massa para o refratário untado e leve ao forno para assar por 45 minutos ou até a superfície começar a dourar. Retire do forno e, se conseguir, deixe seu bolo de pamonha esfriar (eu amo quente mesmo!). Se quiser, polvilhe com canela em pó.

Estas quantidades servem entre 3 e 4 pedaços pequenos. Guarde em pote bem fechado na geladeira.

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

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