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Doce de abóbora com coco (calorias reduzidas)

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Diz a lenda que Lucília Diniz emagreceu comendo doce de abóbora porque ela tem muitas fibras, proporciona saciedade e mata a vontade de comer sobremesas com pouquíssimas calorias. Não sei se é verdade nem cheguei a pesquisar a versão dela, mas vi esta por acaso no Gordelícias e resolvi experimentar. Fiz meia receita, diminuí um pouco a quantidade de açúcar, usei a versão magra (light) dele para controlar umas calorias e aprovei o resultado. Aposto que minha mãe iria achar pouco doce, por isso coloquei a variação para que você faça como preferir.

250g. de abóbora
6 a 9 colheres de sopa de açúcar (ou o equivalente em açúcar magro ou adoçante culinário)
2 ou 3 colheres de sopa de coco ralado
1 pedaço de canela em pau
2 cravos da índia
1/2 colher de sopa de manteiga (eu não usei)

Descasque a abóbora, corte-a em pedaços pequenos e coloque-os em uma panela. Adicione o açúcar, cravo e canela e leve ao fogo baixo, mexendo bem para que ela comece a soltar água.

Quando a abóbora estiver totalmente desmanchada, coloque a manteiga para que ela fique cremosa e ganhe um “brilho”. (Resolvi economizar essa gordura e não senti falta dela. 😉 )

Assim como o brigadeiro, o doce de abóbora também tem o ponto certo, que é quando você vira a panela e consegue ver o fundo. Neste momento, adicione o coco ralado (eu usei um parcialmente desengordurado e não adoçado), mexa mais um pouco e desligue o fogo logo a seguir. É importante não deixar o doce no fogo por muito tempo após colocar o coco ralado para que ele mantenha o seu frescor.

Espere esfriar e sirva. Com um queijinho branco fica ótimo.

Esta quantidade rendeu um pote de azeitonas alto cheinho de doce. Mantenha na geladeira por uns 4 ou 5 dias (se preferir guardar por mais tempo, não misture o coco e adicione-o apenas na hora de servir, pois ele faz com que o doce azede rapidamente, mesmo sob refrigeração).

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

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