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Tábua de queijos: o que servir e como montar?

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Seja para degustar com um bom vinho no lugar do jantar ou até mesmo para acompanhar uma cervejinha com os amigos em um happy hour em casa, uma boa tábua de queijos nunca decepciona. E sim, você não precisa ser um maître fromager para comprar alguns queijos e levá-los à mesa, mas algumas dicas podem deixar sua tábua ainda mais bonita e, principalmente, apetitosa.

Não há regras, mas o grande segredo é pensar bem nas melhores combinações e escolher com carinho os acompanhamentos. O protagonista da tábua de queijos é, lógico, o queijo. Mas às vezes a gente quer caprichar tanto nos complementos que acaba tirando o foco. Lembre-se sempre disso e eleja entre 3 e 7 tipos diferentes de queijo.

Para que a degustação seja mais interessante, misture seus fromages preferidos, de texturas e sabores variados, incluindo os mais macios (como o Brie e o Camembert), os mais firmes (como o Comté e o Emmental) e os azuis com fungos (como o Bleu D’Auvergne e o Gorgonzola). Para cada pessoa, calcule cerca de 150g. a 200 gramas — e o melhor é que sobre em vez de faltar, afinal um queijo delicioso em casa nunca é demais, certo? 😉

Como sempre, quanto mais colorida e diversificada ficar a mesa, melhor. Por isso, você pode complementá-la com frutas frescas (uva, maçã, pera…)ou secas, castanhas e oleaginosas, outros frios, azeitonas, mel e geleias (que combinam perfeitamente com o Brie e o Camembert). O importante é não escolher itens com sabores muito marcantes, apimentados ou intensos para que não se sobreponham aos dos queijos.

Pães são indispensáveis para acompanhar: providencie pelo menos dois tipos com diferentes texturas, como os mais macios; os integrais ou com grãos; e torradas ou biscoitos mais crocantes.

Depois de ter providenciado todos os ingredientes, comece a montagem higienizando uma ou mais tábuas, que podem ou não ser do mesmo tom. Lave-as e enxugue-as bem e deixe-as em local aberto por algumas horas para que sequem completamente. Os queijos podem, alternativamente, ser servidos em pratos, bandejas ou louça ardósia.

Separe, também, algumas facas, específicas para queijo ou não – neste caso, dê preferência às de espessura mais fina e sem serra –, além de potinhos para os acompanhamentos e cestas para os pães. Caso não tenha um conjunto ou utensílios que combinem entre si, escolha os mais diferentes uns dos outros para que sua mesa fique ainda mais interessante.

Tente organizar os queijos sugerindo uma ordem de degustação que vai dos tipos mais suaves aos mais marcantes, para que um sabor não interfira muito no outro. Um bom exemplo de sequência seria Saint-Paulin, Brie, Emmental, Comté e Roquefort. Além disso, é importante que todos os queijos estejam em temperatura ambiente para garantirem a textura e o sabor próprios.

Você pode já cortar as peças de queijos ou então fazer alguns cortes iniciais para orientar os seguintes. Geralmente os redondos são cortados em gomos e depois em fatias a partir das pontas. Com os quadrados, você pode fazer gomos, fatias ou cubos. Os cilíndricos rendem boas fatias. Entretanto, faça da maneira como preferir.

Depois disso, acondicione os complementos e coloque-os também sobre a tábua.

Caso vá servir os queijos com vinhos, providencie um tipo mais leve para acompanhar os queijos mais suaves e outro encorpado, que combina melhor com os mais fortes. Também é possível harmonizá-los com cervejas especiais, espumantes, vodca, uísque, saquê, vermutes, licores, destilados de frutas e até conhaque. Experimente novas combinações!

Para a minha tábua, essa da foto aí em cima, eu usei os seguintes itens: mini-pão ciabatta e torradinhas, Geleia de frutas vermelhas (sem açúcar), Brie, mix de oleaginosas (amêndoas, avelãs e pistaches), mini Saint-Paulin light, Gorgonzola, Gouda e azeitonas verdes.

* Tábua de queijos e post inspirados na brochura “Queijo não, fromage sim!”, da campanha Ligações Saborosas.

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

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