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Nhoque de batata da vó Nair

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O almoço de domingo tem de ser especial. Que tal botar a mão na massa literalmente e preparar um nhoque caseiro? É bem fácil e ainda por cima, divertido!

Esta receita é tradicionalíssima nos almoços da minha família e já foi copiada do caderninho de receitas da vó Nair por muita gente. Como a internet está aqui para a gente multiplicar o alcance das coisas, esta é a minha contribuição para a humanidade. :)

1 xícara de batata cozida e amassada/processada
2 ovos
2 colheres de sopa de manteiga ou margarina
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo
Sal a gosto

Coloque todos os ingredientes em uma tigela grande e misture-os bem com as mãos até obter uma massa homogênea. Em uma superfície limpa e enfarinhada, enrole rolinhos e corte os nhoques do tamanho que preferir. Enfarinhe-os para que não grudem, cubra com um pano de prato e deixe-os descansarem por uns 30 minutos.

Se quiser, pode rechear bolinhas de massa com queijos, ricota com nozes ou uma verdura, calabresa ou qualquer outro de sua preferência.

Para cozinhar, use uma panela com bastante água fervente e um pouco de sal. Quando as bolinhas subirem, escorra-as com uma escumadeira, cubra com seu molho preferido e aguarde os elogios.

O nhoque é considerado um alimento completo, por isso, o mais indicado é caprichar em um molho branco, à bolonhesa, ao sugo com almôndegas, com calabresa e/ou pepperoni, de queijos ou funghi, por exemplo. Entretanto, pode ser acompanhado de uma carne, peixe ou frango assados e de salada. O ideal é evitar incluir o arroz na refeição, para não exagerar nos carboidratos e amidos, que já aparecem na batata e na farinha de trigo.

Dica: em vez das batatas amassadas, você pode utilizar Purê instantâneo (nos supermercados, fica próximo das farinhas) preparado com um pouquinho menos de água do que o indicado na embalagem. Dependendo da marca (eu prefiro o da Yoki), a massa fica exatamente igual.

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

10 Comments

  • Mariana Martins

    /

    Essa dica do puré de caixinha pode ser uma mão na roda! Nhoque maravilhoso!

  • Luciana Carpinelli

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    Mariana, a ideia é exatamente esta: compartilhar dicas úteis. :)
    Fico feliz que tenha gostado!
    Beijo e volte sempre.

  • AnnaV

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    como não posso ingerir glúten, substituí o trigo por:
    1/2 xíc. de amido de milho
    1/2 xíc. de farinha de arroz
    1/2 xíc. de polvilho doce.
    ficou ótimo. 😀

  • Luciana Carpinelli

    /

    Anna, que ótimo saber disso! Fico feliz que tenha dado certo e mais ainda por você voltar aqui para compartilhar essa adaptação.
    Muito obrigada :)
    Volte sempre!

  • Priscila

    /

    Farinha demais!!! Confiei nessa receita mas só perdi os ingredientes, as quantidades não estão corretas.

  • Luciana Carpinelli

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    Priscila, esta é a receita que vem sendo utilizada na minha família a pelo menos uns 50 anos e sempre deu certo. Eu, inclusive, a faço muito frequentemente e nunca tive problemas.
    Mas uma dica que eu dou é ir sempre colocando os ingredientes aos poucos e misturando para sentir a massa pois há muitos fatores que influenciam (se a farinha é nova ou mais velha, dependendo da umidade do dia a farinha pode estar mais ou menos úmida, o tamanho dos ovos podem variar, as batatas podem estar mais ou menos encharcadas com a água do cozimento…). Não há receita exata, mas eu te garanto que este nhoque fica sim uma delícia!
    Beijo e volte sempre :)

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