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Chips de couve (kale chips)

Chips são uma opção super versátil para um lanche ou então para complementar as refeições. E o melhor de tudo é que, dependendo do ingrediente escolhido, geralmente são super leves e saudáveis.

A nova onda da alimentação natureba são os chips de couve (ou, em inglês, kale chips), um snack proteico com bastante fibras e cheio de vitaminas. Na verdade, kale é um tipo de couve que tem as folhas mais crespinhas que a couve manteiga, mais comum aqui no Brasil. Como ainda não é tão fácil encontrar, pode usar qualquer tipo para preparar estes chips.

Os chips de couve são muito fáceis de fazer e ficam uma delícia, super crocantinhos. Para falar a verdade, fica mesmo com jeito de petisco, mas também podem ser usados como base para canapés e também virar um acompanhamento saudável ou dar um croc-croc interessante na salada.

Ah! E se você amassar as folhas crocantes, formando uma farofinha, pode usar como furikake, aqueles temperinhos especiais para arroz japonês.

Chips de couve (kale chips)

Folhas de couve (manteiga ou kale)
Azeite, sal e pimenta do reino a vontade

Lave e seque bem as folhas de couve.

Com as mãos, vá rasgando pedaços não muito pequenos das folhas e aproveite para retirar os talos (eles podem ser usados no preparo de caldo de legumes ou serem bem picadinhos e cozidos junto com o arroz).

Unte uma assadeira com um fiozinho de azeite (ou então use uma assadeira antiaderente que não precisa ser untada). Espalhe os pedaços de couve para que não fiquem sobrepostos — se sua assadeira não for muito grande, é melhor fazer em duas etapas.

Regue com um fio de azeite e temperee com sal e pimenta do reino. Leve ao forno preaquecido em 180ºC por 15 a 20 minutos ou até que os chips de couve fique crocantes (dependendo do forno pode ser mais ou menos tempo, por isso fique de olho).

Retire do forno e deixe esfriar antes de servir para que fique bem crocante. Se sobrar, guarde em pote bem fechado para que continue crocante (até uns 2 dias ele ainda fica bom para consumir).

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

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