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Como fazer o bife perfeito

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Meu pai é carnívoro a ponto de compensar o que minha mãe e eu juntas não comemos de carne vermelha. Como ela não gosta dos cortes bovinos, o tradicional bife grelhado de todo dia sempre foi motivo de discórdia na hora do almoço: passado demais, borrachudo, duro. Até o dia em que ele resolveu explicar como seria o “bife perfeito”. Desde então o motivo da briga tem sido outro: “mas você só fez um?”.

Como o objetivo aqui é também servir de guia para os que estão começando a desvendar os segredos da cozinha, acho que pode ser útil para mais alguém, além do meu próprio registro. Dica super indicada também para quem, como a minha mãe que, apesar de preparar pratos maravilhosos, não conseguia acertar no básico.

1 bife de contra-filé ou de miolo de alcatra (limpo, sem nervos)
1/2 dente de alho ralado ou bem picadinho (opcional)
1 pitadinha de sal
Gotinhas de óleo vegetal ou de azeite

Um dos principais segredos para que o bife fique “ao ponto” é a grossura: mais ou menos um dedo (nem muito grosso, nem muito fino). Tempere-o com o alho, se quiser.

Coloque uma frigideira, de preferência antiaderente, no fogo alto e deixe esquentar bastante até começar a soltar fumaça (pouca fumaça, não vá colocar fogo na cozinha! 😛 ). Pingue umas gotinhas de azeite ou de óleo, coloque o bife e tempere com uma pitadinha de sal. Deixe por mais ou menos um minuto ou até a parte de baixo começar a dourar.

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Com uma espátula ou pinça (não use um garfo para que os sucos da carne não saiam), vire o bife, coloque mais uma pitadinha de sal e abafe com uma tampa por mais um minuto. Se quiser, coloque fatias de queijo e de tomate — é a forma preferida do meu pai. Assim, você terá o bife ao ponto, com o centro rosado.

Caso goste da carne mais bem passada, pode deixar cerca de 1 minuto e meio de cada lado. Se você deixar muito mais que isso, o bife fica mais duro e com textura borrachuda.

Coloque no meio de um pão ou sirva com seus acompanhamentos preferidos: uma salada bonita, arroz e feijão, com uma farofinha…

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

5 Comentários

  • Soninha

    /

    Lu vou tentar……. aqui em casa também rola esta confusão !
    Como sua mãe também não morro de amores por carne vermelha (até como e gosto, mas viveria tranquilamente sem ela). Então como não morro de amores, faço pouco e não “treino”.
    Já minha filha é como seu pai: mega carnívora !
    Por ela, teríamos carne vermelha todos os dias no almoço e jantar. Quando comemos fora suas escolhas são sempre opções que contenham um bifão gordo e suculento.
    Com essas dicas fica mais fácil e espero que a partir de hj a paz do Senhor reine também na minha mesa de refeições.
    bjs
    Sôninha

  • Luciana C.

    /

    Soninha, espero que na sua casa esses truques também funcionem. Na minha casa foram anos de tentativas e erros até chegar nesse “ritual”. 🙂
    Beijos e volte sempre!

  • Deborah

    /

    Adorei a dica! Meu bife sempre fica péssimo, vou tentar com essas dicas 😛

  • Luciana C.

    /

    Deborah, espero que as dicas ajudem bastante. Volta aqui depois pra contar? 🙂

  • paunavelha

    /

    ótima opção de jantar!

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