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Tsukemono de berinjela (conserva oriental)

Depois que descobri que a berinjela japonesa é mais suave e tem um sabor quase adocicado, resolvi experimentar outras formas de preparo. Ela tem a casca mais clara e o sabor mais suave, que se aproxima do adocicado.

E, já que é de origem oriental, aproveitei para testar uma receita japonesa com ela, o tsukemono, que é uma conserva rápida, e achei até interessante.

Tsukemono é um tipo de conserva japonesa que pode ser feita com diversos legumes, verduras e até com frutas (como a ameixa, umê). Existem algumas versões que acrescentam molho shoyu, saquê ou vinagre de arroz, mas escolhi fazer a mais simples, que usa apenas sal (e um pouquinho de pimenta).

Fica uma delícia para comer apenas com arroz (ou torradinhas), ou então para incrementar uma salada simples de folhas.

Tsukemono de berinjela (conserva oriental)

1 berinjela média (preferencialmente do tipo japonesa)
1 colher de sopa de sal
Pimenta calabresa ou pimenta branca moída a vontade (opcional)
Gergelim para servir

Corte a berinjela em tiras fininhas e vá colocando em uma tigela. Logo em seguida, distribua o sal homogeneamente sobre elas e misture.

Cubra com um prato e coloque algo pesado em cima para pressionar (pode ser uma lata de conserva cheia, uma panela de fundo grosso, algum utensílio grande etc.). O objetivo é que a pressão ajude o sal a retirar o excesso de água da berinjela.

Deixe descansar na geladeira por pelo menos umas 2 horas.

Depois desse tempo, esprema a berinjela com as mãos ou com um pano de prato limpo para secar bem.

Prove e, se estiver salgado demais, lave rapidamente com água corrente e esprema novamente. Tempere com a pimenta, se for usar, e salpique o gergelim antes de servir.

Estas quantidades rendem entre duas e três porções do tsukemono de berinjela. Conserve em pote bem fechado na geladeira por até uns 5 dias.

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

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