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Salada de arroz vermelho com vagem, tomate e parmesão

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Antes que o outono chegue de vez deixando os dias mais fresquinhos, vou continuar abusando das saladas diferentes. Esta é quase um prato principal, que fica ótima acompanhada de um grelhado bem sequinho ou então de um mix de folhas bem caprichado. As lascas de parmesão dão um charme e complementam o sabor.

O arroz vermelho é um grão integral rico em fibras e proteínas e tem mais ferro e zinco que o branco. Sua cor deve-se à grande quantidade do corante natural ancianina, um antioxidante indispensável para o sistema imunológico que também ajuda a diminuir o envelhecimento precoce (degeneração celular) e também as doenças cardíacas.

Salada de arroz vermelho com vagem, tomate e parmesão

3/4 de xícara de arroz vermelho cru
2 xícaras de água
1/2 cebola bem picadinha
1 dente de alho amassado
6 a 8 tomatinhos cereja
1 punhado de vagem
Azeite, sal e pimenta do reino a vontade
Lascas de parmesão para servir

Leve a panela de pressão ao fogo alto, aqueça um fio de azeite e refogue a cebola e o alho até dourar. Acrescente o arroz e refogue também. Adicione a água e sal, tampe a panela e espere chiar. Abaixe o fogo e marque 25 minutos para que o arroz fique al dente. Tire a pressão e coloque o arroz cozido em uma tigela para esfriar.

Corte os tomatinhos em meias rodelas e misture ao arroz já frio.

Em uma panelinha ou frigideira pequena, coloque as vagens e umas 3 colheres de água e vá mexendo para que fiquem al dente. Eu as cortei em pedaços de mais ou menos 2 centímetros depois de cozidas, mas se preferir, já corte antes.

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Acrescente as vagens ao arroz, misture bem e prove. Tempere com sal, se necessário, e pimenta do reino. Sirva com as lascas de parmesão por cima (eu usei um descascador de legumes para fazer as lascas).

Esta quantidade serve bem duas pessoas.

É aquariana, curiosa, jornalista e tem uma infinidade de interesses — entre eles, a culinária. Não é chef (nem pretende ser) mas a necessidade de morar sozinha a fez experimentar a alquimia das panelas e descobrir que o fogão não é um bicho de quatro bocas.

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